terça-feira, 8 de março de 2016

Dia Internacional da Mulher

Aproveitando este dia apeteceu-me falar um pouco sobre nós... mulheres!
Não!
Não se assustem, que eu não vou revelar-nos, até porque às vezes nem nós próprias nos entendemos...
Choramos facilmente...
Sorrimos com o coração...
E quando por qualquer motivo dizemos "não"... Nem sempre queremos realmente dizer "não".
A maior parte das vezes, apenas queremos que insistam um pouco mais.
Sabemos que uma lágrima e um sorriso têm o mesmo efeito.
Produzem milagres!
Sabemos que comovemos quando choramos, e um belo sorriso desarma qualquer homem!
Temos o privilégio de dar à luz!
Sob dores terríveis, damos ao mundo um novo ser, esquecendo-a logo que vemos o seu rostinho...
Somos corajosas, fortes e ao mesmo tempo muito frágeis, somos capazes de entrar em qualquer luta, sem armas, não precisamos de músculos, porque temos a garra necessária!
O nosso coração fica mesmo ao lado do cérebro!
Quando compramos algo para nós, não é porque sejamos gastadoras compulsivas, mas sim, porque nos falta algo, e fazemos isso para nos consolar, como mulheres, agimos sempre como mães, até para nós mesmas!
Somos o nosso próprio Anjo da Guarda!
Não queremos a igualdade!
Ainda que tenhamos a capacidade de exercer várias profissões, as diferenças são indiscutíveis, sentimos emoções que o sexo oposto jamais poderá sentir.
Temos o prazer e a dor de oferecer a luz do dia a um anjo!...
Existirá algo mais sublime??!
Não!
Jamais haverá igualdade!
Cada um faz a sua parte, nem melhor nem pior... Apenas diferente!
Ambos somos importantes!
Meus senhores, nós não queremos príncipes encantados montados em cavalos brancos, isso nós sabemos que só existem nos contos de fadas.
O que queremos tão simplesmente é sermos amadas!
Será assim tão complicado??
Não nos interessamos por músculos, nem caras bonitas.
Só queremos alguém para amar.
Alguém que nos ame!
O resto, inventamos depois...
Dentro de nós habita uma fada muito romântica, que nem os anos, nem os casamentos, nem os desenganos poderão matar...
Talvez seja essa uma das grandes diferenças entre o homem e a mulher: os duendes morrem mais rápido depois de uma conquista!
Nós mulheres, seremos sempre jovens, idosas, maduras, imaturas, bonitas, feias, meigas, charmosas, vaidosas ou não... Apaixonadas ou à espera de alguém...
Mas sempre irá pulsar no nosso peito um coração de mulher...
Esse tal coração que ninguém entende...
Mas que sabe sempre adivinhar a vida...

domingo, 6 de março de 2016

sexta-feira, 4 de março de 2016

Falava hoje com uma amiga a respeito deste assunto:


Os chamados "murros no estômago". 
Acho que é uma das piores sensações que se podem sentir. 
Falo por experiência própria, que já senti/levei alguns e a sensação é sempre a mesma: má, agoniante, o corpo gela o estômago encolhe-se, o coração para. 
É uma sensação muito dúbia. 
Por norma esta sensação acontece quando ouvimos ou vimos algo que não queríamos e quando menos esperávamos. 
É um género de factor surpresa, mas no pior sentido possível.

Só quem já sentiu na pele os famosos "murros no estômago", é que sabe o misto de emoções que podem despoletar cá dentro, mas sempre para pior. [Verdade ou mentira?]

quinta-feira, 3 de março de 2016

Coisas que não suporto





Para mim a arrogância está para as pessoas, da mesma forma que a descrição do Ramalhete está para Os Maias. 
Corta o interesse. 
Não avanço mais. 
E não consigo ignorar a arrogância da mesma maneira que a minha Professora queria que eu saltasse o capítulo da descrição do Ramalhete. 
Não li o livro, nem obrigada.
 Não dá. 
Não consigo. 
E não suporto gente arrogante.

terça-feira, 1 de março de 2016

Lembro-te do último abraço...

 
 
...já o devo ter comentado sobre isso algures por aqui. 
Do aperto no peito e de pensar que era ali mesmo, o tudo ou nada. 
E foi. 
Tudo e nada. 
Entrei em casa e encontrei a minha mãe no sofá, junto à lareira de Maio que ainda se fazia exigir. 
Bati a porta, suspirei e disse-lhe que tinha terminado com ele. 
«O pior já está feito» 
- disse-me com a calma e sabedoria que só uma mãe consegue transmitir. Senti um abraço sem a tocar. 
E estava realmente feito. 
Acima de qualquer saudade e nostalgia, o pior tinha sido aquilo. 
Se assim não fosse teria sido uma decisão leviana, que não foi.
Ontem viu-o a passar pelos meus trilhos, aqueles que conheci tão bem. Reconheci-lhe a confusão, a angústia, as poucas horas de sono. 
Ontem fomos sobretudo, amigos. 
Ele à procura de respostas, eu a encontrar-lhe as perguntas. 
E quando se colocou a hipótese de ser mesmo este o caminho garanti-lhe que se assim fosse, «o pior já está feito». 
Tudo o resto são dúvidas e abraços.