quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Um dia...
Alguém me descreveu assim:
Simples, natural, prática
Descomplexada forma de viver e olhar o mundo
Sem tabus, e porquês adicionais
Dona do meu nariz empinado com pensamentos belos e profundos...
Faço viajar através das letrasFaço viajar através das letras
Simples, natural, prática
Descomplexada forma de viver e olhar o mundo
Sem tabus, e porquês adicionais
Dona do meu nariz empinado com pensamentos belos e profundos...
Faço viajar através das letrasFaço viajar através das letras
Intensa nas palavras e na forma de ser
Forma transcendente de escrever, conjugar as palavras, tão minha…
Decidida, convicta, confiante.
Sem máscaras e ao mesmo tempo misteriosa
Cativo facilmente apenas sendo eu
Apaixonada pela vida
Sedutora, espontânea, rebelde
Agradecida pelas palavras, sim? J
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Percebemos que deixámos de amar alguém quando essa pessoa passa a ser indiferente ao nosso olhar...quando olhamos para essa pessoa e já não sentimos absolutamente nada, nem uma réstia de amor, nem carinho, nem ódio, nem mágoa, nem rancor...apenas não sentimos...mesmo vendo essa pessoa com uma outra pessoa a seu lado, não sentimos nada, aliás, até lhe desejamos o melhor, que seja feliz e que tenha tudo de bom...
É uma sensação estranha... Fica a certeza de que, aos poucos, o passado começa a ficar arrumado de vez nas devidas gavetas...
É uma sensação estranha... Fica a certeza de que, aos poucos, o passado começa a ficar arrumado de vez nas devidas gavetas...
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Por vezes as pessoas falam muito e dizem muitas coisas.
Só que tudo na vida se lê nas entrelinhas.
Tudo.
E de pouco ou nada serve um discurso todo bonito se esvaziado de conteúdo ou expressão prática.
É que as pessoas, mais do que pelas palavras, medem-se sobretudo pelos gestos.
Pelo que fazem ou não fazem em cada momento.
Pela disponibilidade.
E pelas escolhas.
As pessoas também se aferem pelas escolhas.
Tal como os afectos.
O amor nem sempre se revela em portentosas e pontuais manifestações.
O amor afere-se a cada dia, todos os dias, e sempre nos detalhes, nos pormenores.
E na importância que se dá aos mesmos.
Ou não.
Às vezes tiramos conclusões precipitadas.
Às vezes julgamos as pessoas de acordo com uma primeira impressão.
Às vezes temos de pedir desculpas. Às vezes é bom reconhecer que nos enganámos.
Às vezes...
Só que tudo na vida se lê nas entrelinhas.
Tudo.
E de pouco ou nada serve um discurso todo bonito se esvaziado de conteúdo ou expressão prática.
É que as pessoas, mais do que pelas palavras, medem-se sobretudo pelos gestos.
Pelo que fazem ou não fazem em cada momento.
Pela disponibilidade.
E pelas escolhas.
As pessoas também se aferem pelas escolhas.
Tal como os afectos.
O amor nem sempre se revela em portentosas e pontuais manifestações.
O amor afere-se a cada dia, todos os dias, e sempre nos detalhes, nos pormenores.
E na importância que se dá aos mesmos.
Ou não.
Às vezes tiramos conclusões precipitadas.
Às vezes julgamos as pessoas de acordo com uma primeira impressão.
Às vezes temos de pedir desculpas. Às vezes é bom reconhecer que nos enganámos.
Às vezes...
[hoje é o aniversário de uma pessoa que jamais esquecerei, embora já não faça parte da minha vida por opção e mal entendidos, continuo a considerá-la uma das pessoas mais importantes da minha vida... Feliz Aniversário P. :)]
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Há momentos em que não importa o local, não importa o espaço, não importa o tempo, nem tão pouco importa a privacidade...
São apetites do momento, loucuras do instantâneo, prendas da oportunidade, impulsos do coração...
Basta um sorriso, um toque, ou um beijo para despertar a necessidade de combustão, e começar a viajar na pele do outro, num enlace guloso, saboreando fragmentos de eternidade...
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