Página

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Há um novo hóspede na cave...






Na categoria das redes sociais o meu processo de "desapego" é simples: arquivar. 
Falo pelos cotovelos, faço piadas e mando uns insultos porreiros mas quando sinto que chega, quando o assunto já cansa, quando dá o clique do "basta" com esta m**d@, é pegar nas mensagens e indicar-lhes esse caminho. 
E por minha iniciativa não houve até hoje um que de lá saísse. 
Lamento, meu tão prezado elemento que volta e meia aqui vos apresento, mas a tua vez também chegou. 
Vais ficar enjaulado nas caves facebookianas, junto dos que, confesso, não estão ao teu nível mas que acabaram por não ser muito diferentes de ti. Acabou-se o entretenimento... arquivei-te!


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Ainda existem coisas que não consigo fazer sozinha..



Ora aqui está uma tarefa difícil para quem vive sozinha... fechar ou abrir um vestido que tenha fecho atrás!
Não é nada fácil, por mais ginástica que eu faça, ter elasticidade suficiente para esta proeza. 
Às vezes lá corre bem, mas quando encrava... é uma chatice.
Já me aconteceu sair de casa com o fecho a meio e pedir à senhora da papelaria da esquina para me fechar o vestido!
Coisas.... 

terça-feira, 7 de novembro de 2017

São dias... são histórias...





Não sei por quanto tempo vou ficar. 
Mas sei que não ficarei. 
Receber tanto, mais do que alguma vez alguém me deu, é bom. 
Bom demais por vezes. E os pés em certos dias parecem levitar, confesso. Mas, sem culpa nem intenção, mostraste-me algo doloroso.
 Não me sei apaixonar. 
Sinto que perdi essa capacidade. 
Fruto da experiência, inexperiência e do tempo. «Talvez não seja o tal» vão dizer-me. «Os milagres acontecem devagar» irei ler. 
Mas no agora, como no até agora, sinto que já não sei como se faz. 
Não sei como baixar defesas, ser tolerante, deixar acontecer. 
Não quando não sinto o sentimento a fluir junto. 
Enquanto tu quase te perdes e eu não sei o que fazer. 
Enquanto, egoísta mas nunca desonesta, sugo aquilo que me dás para me dar força para mais uns tempos. 
Quase que desejo, idiota, ficar para sempre assim. 
Mas não me arrependo. 
Serão histórias se não for nada mais, onde valeram os beijos na boca pelos quais não morri de amor.

#savethelastdanceforme#


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

"Tens o coração junto à boca"





Raios!!!!
Eu sempre soube que havia algo de errado comigo.
Se esta frase tivesse saído da boca de um leigo, eu nem dava importância. 
Ah e tal, é ignorante não sabe o que diz, mas veio de um médico minha gente... de um médico!
Levei toda a manhã a pensar no assunto, agora comi um hambúrguer que me deixou mal disposta e estou com medo de vomitar o coração.
 É certo que ultimamente o hobby dele é fazer merda, mas pelo sim pelo não, vou ali beber uma água com gás e já volto.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Quem sou eu?





 Às vezes sou engraçada, outras vezes sou séria; 
Às vezes sou menina, quase uma criança... outras vezes sou bem mulher; 
Às vezes sou complicada e indecisa, outras resolvo tudo sem parar para pensar; 
Às vezes gosto demais das pessoas, outras decepciono-me exageradamente. Às vezes quero chamar atenção, outras tenho vontade de desaparecer.
Às vezes quero muita coisa... quero tudo ao mesmo tempo. 
Outras vezes não quero nada; 
Às vezes sou impaciente com o mundo, quero que tudo se resolva rápido e à minha maneira, outras sou tranquila, o mundo pode acabar que eu nem percebo... 
Às vezes eu choro, fico muito triste, outras vejo graça em tudo.
Às vezes escuto e falo coisas que não queria, outras tapo os ouvidos e fecho minha boca... 
Às vezes sinto saudades, outras penso que o que tiver que ser será.
Às vezes acredito que coincidências estão sempre a acontecer , outras vezes acredito no destino.
Às vezes dou asas à imaginação e sonho mais alto que o normal.
Às vezes eu sou assim...
Outras vezes também.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Um dia de cada vez...



Aos poucos vou sendo restituída de tudo o que de muito me levaste. Um dia de cada vez, e todas as noites afasto-me do segredo que um dia fomos.
  Confesso que ainda existem madrugadas complicadas, mas existem outras onde me rendo ao nada. Consigo banalizar o que fomos, sinto que nem tu, nem a filha da mãe da saudade me incomodam. Deixei de fazer perguntas ao vazio, quando a
chei que algumas seriam eternas dentro das dúvidas de um amor que usaste. Deixei de procurar razões para entender os teus pedidos de ajuda, que voltavam só para mentir e iludir.
Um dia de cada vez, as respostas vão chegando, consigo ser feliz sem te ter. Sei que provavelmente um dia destes vou esquecer de te lembrar em tudo o que foi difícil de aceitar.
Vou guardar-te na linha de um tempo, onde não quero voltar.
Se tudo podia ser diferente? 
Podia!.. 
Mas chegou a hora que a razão diz "basta de seres burra", e a coragem segue sem olhar para trás.
É tão bom sentir que estou a ir... É tão bom largar a dor... É tão bom viver sem nós na garganta e apertos no peito... É tão bom deitar e dormir... É tão bom sentir que sou livre para ser de quem quiser... e a loucura de quem me tiver.
É tão bom voltar a sorrir, das tantas vezes que ria e fingia que era alegria.
Continuo a ser louca... A sentar-me em cima das mesas lembras-te? 
Eu sei que sim... que um dia para sempre me vais lembrar!
Sabes?
Nunca te tive... Mas perder-te foi sem dúvida a melhor coisa que me aconteceu. A minha essência tem umas curvas tão lindas, que mereço ser feliz!
Esta sou eu.
A mulher, que não me deixaste ser.
Porque contigo... chorava mais do que sorria.

                                                                           C.T