segunda-feira, 19 de março de 2018
quinta-feira, 15 de março de 2018
Porque hoje não me apetece dar título...
Querendo ou não, somos assim mesmo.
Alimentamo-nos de esperanças sobre algo que não tem nenhuma
chance de dar certo.
Alimentamo-nos de amores inexistentes e de palavras que não
dizem nada. Somos assim...
Criamos coisas nas nossas cabeças.
Ilusões e mais
ilusões, para fugir de uma realidade que nos quebra e nos destrói pouco a pouco
todos os dias.
segunda-feira, 12 de março de 2018
Regressar ao passado...
Às vezes, é bom regressar, ainda que por momentos, ao passado. Ouvir as
músicas que nos acompanharam os sorrisos ou até mesmo as dores. Ler os
livros que nos fizeram percorrer determinados caminhos, tirar
determinadas conclusões sobre nós, sobre a vida. Olhar fotografias, ler
diários. Explorar um tempo que já passou e nem sempre ficou bem
arrumado, um tempo que já passou, mas talvez tenha deixado muitas pontas
soltas.
Às vezes, é bom regressar lá. Remexer. Com outra maturidade. Com outra
experiência. Com outro olhar. Sobretudo, com outro olhar. Perceber que o
tempo passou e que há coisas que não voltarão a ser como antes.
Perceber que o tempo passou e as nossas dores foram doendo menos.
Perceber que o tempo passou e que aquilo que somos hoje é também
consequência desse passado, dos tropeções, das quedas, dos erros - os
que cometemos e os que cometeram connosco.
Às vezes, é bom regressar para arrumar o que, no momento, não
conseguimos arrumar, por falta de força, por falta de garra, por falta
de coragem. Às vezes, é bom regressar ao passado para colocar as coisas
no sítio, colocá-las de forma a quem não nos magoem tanto, de forma a
que não nos condicionem tanto. Ficarão lá sempre. Mas se as arrumarmos,
ficarão como uma boa recordação, como uma boa memória. Ficarão com a
certeza de que aquilo que não nos mata, torna-nos, invariavelmente, mais
fortes.
sexta-feira, 9 de março de 2018
Amizade versus paixão
Existe qualquer
coisa de enigmático que se esconde por detrás da falsa indiferença que
ambos fazem questão de mostrar.
Talvez no indizível dos pensamentos...
Fazem uma
espécie de jogo de sedução, mortalmente perigoso e cuja única regra se
impõe pelo silêncio que a rege e algo me diz que nenhum dos dois se
atreverá a quebra-la, jamais!
Quando
forem obrigados a permanecer frente a frente, sem terem para onde fugir,
não terão outro remédio que não seja o de arriscar no jogo que servirá
também para testar as suas resistências. Por isso, serão jogadores mudos
até ao resto da vida, cientes de que nada mais haverá para ganhar, do
que aquele momento tão desejado, além daquilo que todos os dias irão
perdendo e que já conta desde o início, logo após o fim...
Será
que terão coragem de trocar a amizade saudável que têm por uma
leviandade, por um capricho, por um impulso, por uma paixão... e se
algum dia ganharem, certamente que um dia o peso da perda será sempre
maior do que o do ganho.
quarta-feira, 7 de março de 2018
terça-feira, 6 de março de 2018
É isto...
Sabes aquele feeling que te arrebata assim de um momento para o outro, em que sentes que algo não vai correr nada bem mas não percebes o quê.
Aquela
coisa irritante que fica a moer e remoer o teu juízo, e que por mais
que digas a ti mesma que não passa de uma invenção da tua cabeça, ela
não pára.
Pois...
É isso mesmo...
sexta-feira, 2 de março de 2018
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