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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Andam a matar o amor...


Antigamente o amor alimentava-se de olhares fugidios, sorrisos tímidos, toques acanhados e alguns beijos fortuitos e tantas vezes furtados.
De longas conversas no jardim, de dedos entrelaçados no cinema, de corpos encostados na praia.
A amizade crescia, antes que o amor espreitasse…
As fundações da união estavam completas, a partir daí podiam começar a erguer em conjunto as paredes da vida, sem medo de tempestades, furações ou qualquer outra intempérie, as bases era sólidas…
Hoje em dia as relações começam no sexo, não se conhecem, pouco falaram, não são sequer amigos, são apenas a paixão (efémera) um do outro, e sem pensar nas consequências atiram-se ao que sentem e que dizem ser amor…
Triste ilusão!!!
As paredes que vão construir em conjunto não têm bases, saltaram a fase dos alicerces como se fosse dispensável, e com a chegada dos primeiros ventos, chega também o primeiro tranco da relação…
Claro que não vão saber como agir, faltou-lhes a fase da aprendizagem… e isso faz toda a diferença.
Muita gente refere a época dos nossos avós como referência a relações bem sucedidas, essa mesma gente fala da época actual como a fase do descarte… não dá certo… separa…
Pois é… Existiu a fase das relações fundeadas e existe a fase das relações superficiais…
Banalizaram o amor…!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013


Quando eu era miúda e desejava muito ter uma coisa, fosse brinquedo ou algo mais, o meu pai dizia-me para fechar os olhos com "força" e pensar no que queria que se realizaria.
Quando eu era miúda a táctica funcionava sempre, porque ele estava lá para realizar os meus desejos e sonhos...
Mas um dia ele partiu, e levou com ele toda a magia da minha infância.
E foi assim que perdi a vontade de idealizar. 
Mas...
Esta noite ele obrigou-me a voltar a sonhar, senti-o bem perto de mim, senti os seus braços a apertarem-me contra ele como sempre fazia quando chegava a casa ao fim do dia.
Foi um abraço tão forte quanto a saudade que sinto.
E chorei...
 Os cristais salgados  escorreriam quentes e soltos pela minha face e  molhavam a camisa branca imaculada... 
Tenho a certeza que ouvi a sua voz grave dizer-me:
"Fecha os olhos com força princesa"
E acordei...
Sabes pai, a idade não nos tira só a capacidade para sonhar, com o passar do tempo perdemos também a força nas pálperas.
Sinto tanto a tua falta que até dói, hoje acordaste a saudade...

sexta-feira, 23 de agosto de 2013


Muito há a dizer sobre este assunto...
Eu apenas digo:
Não me procures nunca mais, "já não sei como ser" tua amiga.
Um dia talvez descubras que voltaste a cometer o mesmo erro, aquele que dizias nunca mais voltar a cometer... nesse dia saberás que é tarde demais, e que a amizade não se troca por uma aventura.
No entretanto sê feliz se puderes e a consciência deixar.
Vejo agora que fui para ti mais do que merecias...

quinta-feira, 22 de agosto de 2013


Há dias uma amiga desabafava comigo sobre os comentários que as raparigas faziam nas fotos do namorado dela no facebook, e das respostas dele, que ela acha serem de pura provocação.
E de como o tinha colocado contra a parede, e da vitória que ela supostamente conseguiu. Já que segundo ela, as fotos foram bloqueadas e as miúdas já não comentam...
Okay... pensei eu, as trocas de galhardetes foram suprimidas para acalmar a  namorada ciúmenta.
Mas, e teriam mesmo terminado?
Quanto a mim, o perigo não mora nas conversas trocadas à vista de todos, isso é só brincadeira.
O verdadeiro perigo reside no privado, nas conversas que ninguém lê, nas fotos trocadas que ninguém vê... isso sim é perigoso!!!
Não sei como ela ficou feliz e completamente descansada só porque as conversas em público terminaram, eu acho que o verdadeiro perigo está apenas mascarado.
Mas quem sou eu para a alertar... Afinal quando os olhos não vêem o coração não sente.
Né? :)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013


¿¿¿oƃɐɯôʇsǝ nǝɯ ou sɐʇǝloqɹoq ɹɐǝssɐd ɐ ɯɐpuɐ no ɯıɯ ǝp é


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Nunca mais me vou esquecer daquele dia no café.

A forma como os teus olhos perfuraram até à minha alma e fizeram todo o barulho à nossa volta silenciar e as pessoas desvanecerem.

Aquilo foi amor.



sexta-feira, 9 de agosto de 2013