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quarta-feira, 30 de abril de 2014



Qualquer dia eu volto...
Para deixar escrito o que tantas vezes é sentido e não pronunciado...
Para colocar em palavras o que tantas vezes os gestos são incapazes de descrever...
Para falar das cores, do sol, da chuva, das estações do ano, do que gosto, do que não suporto, do que me aborrece, do que me entusiasma, do que me faz chorar e rir ás gargalhadas, do que  comove e enternece...
Para falar de tudo e de nada...
Qualquer dia eu volto...
Mas não já...


quinta-feira, 24 de abril de 2014


Não te armes em escritor e não penses que és poeta,
na verdade não passas de um artista de rua...


Sintam, como eu senti...


Muita tristeza :(

quarta-feira, 23 de abril de 2014



Escreve-me...
Escreve-me a todas as horas. Não desistas de mim e lê-me. Lê-me porque só tu o sabes fazer como nenhuma sombra, nem mesmo a minha (que anda perdida há uns bons anos), o sabe fazer.

Descobre os meus sonhos e tenta adivinhá-los como se os tivesses sonhado também e não deixes de gostar do meu mistério porque ele vai ser sempre uma boa parte de mim. Procura-o em todas as minhas linhas, em todas as minhas frases. Eu sempre fui de meias frases e sempre precisei de alguém que as completasse mesmo sem dizer nada.
Pareço-te muito livre, pensas tu. Eu sei. Pareço-te muito livro fechado em dias de chuva mas não; sou um livro aberto. Cheio de luas, cheio de fases e faces e lados errados. Não deixes de os tentar descobrir.
Lê-me.
Sou um livro de páginas que cheiram a mofo mas que têm muito para te dizer.

terça-feira, 22 de abril de 2014


Podes invadir o meu espaço, ou até podes chegar delicadamente, mas não tão devagar que me faças dormir.
Nunca grites comigo, tenho o péssimo hábito de revidar.
Normalmente acordo de bom humor, mas deixa-me ao menos escovar os dentes... Toca-me nos cabelos, e mente-me sobre a minha estrondosa beleza.
Espero que tenhas vida própria, e que me faças sentir saudades.
Faz-me rir, mas não me contes piadas preconceituosas, detesto!
Espero que viajes muito antes de me conhecer, que já tenhas sofrido, para reconheceres em mim um porto de abrigo.
Acredita nas verdades que digo, e também nas mentiras, elas serão raras, e sempre por uma boa causa.
Se eu estiver triste, respeita o meu choro, volta só quando eu te chamar, e não me obedeças sempre, ás vezes gosto de ser contrariada.
(Então fica comigo quando eu chorar, combinado?)
Espero que sejas mais forte que eu e menos altruísta!
Não te vistas sempre bem, gosto de camisas por fora das calças, gosto de ver braços, pernas e percoço a descoberto.
Espero que gostes de ler, e escolhas os teus próprios livros, que ames a noite sem te escravizares nela.
Não quero que sejas meu pai, nem meu filho, escolhe um papel para ti que ainda não tenha sido preenchido.
Enlouquece-me nem que seja uma vez por mês.
Que gostes de música e de sexo.
Não inventes de ter muitos filhos, de me levar à missa, ou de me apresentar a toda a gente... veremos depois.
Deixa-me conduzir o teu carro que tanto gostas, quero ver-te nervoso, inquieto...
Olha para as mulheres bonitas, sai com os teus amigos, façam  e digam disparates juntos.
Não me contes os teus segredos, faz-me massagens nas costas... não fumes, nem bebas em excesso.
Chora quando tiveres vontade, prometo secar-te as lágrimas.
Mas se nada disto funcionar... experimenta amar-me!



segunda-feira, 21 de abril de 2014


Alguma coisa muito estranha se passa no meu local de trabalho... a máquina fotocopiadora que está aqui no hall antes do meu gabinete está a tirar cópias sozinha...

Uhhhh, ca medo....


Não sei se é pelos livros que leio, pelos filmes que vejo ou pelas séries que acompanho.
Mas quando se trata de amor agora torna-se tudo mais exigente.
Não sei se é pela idade, pela maturidade ou experiências passadas, mas quando se trata de homens, já não suporto meninos.
Não sei se é carisma, defeito ou feitio, mas quando se trata de aventuras já não me servem as dos dias contados...
É que isto de querer alguém, ou de achar que já é hora de querer alguém não é fácil.
Porque há momentos em que o amor se torna num enorme preconceito!
 

(Assim sendo, fico-me pelo meu Benfica que só me dá alegrias... SLB, SLB, SLB...GLORIOSO, SLB...)