terça-feira, 20 de setembro de 2016

360 dias sem ti...




Quase um ano de saudade… é um tempo que parece não ter fim, e no entanto é só o começo.
Quase um ano é uma eternidade para quem achava que não conseguia passar um dia sem ela.
Desde que ela se foi eu não vivo, sobrevivo, tentando aceitar a realidade.
É uma saudade amarada à certeza que esta sensação nunca vai passar, é uma saudade que se quer eterna…
Mas a vida segue… impiedosa... Os dias continuam passando e o Sol teima em nascer todos dias completamente alheio à minha dor.
O tempo ajudou-me a perceber que não tenho escolha, diz-me que é preciso seguir em frente, por mais difícil que seja, obriga-me a continuar a viver, só não consegue preencher o vazio, nem atenuar a dor, nem a apagar a tristeza… o tempo afinal não cura tudo.
Nunca a frase clichê (mãe não devia morrer nunca) fez tanto sentido…
Sem ela perdi o rumo, arrancaram-me um pedaço de mim… fiquei meio vazia…
Por estes dias, por mais que tente, a tristeza não me larga, o coração anda apertado, sinto um nó a balançar na minha garganta que ainda não decidi se engulo ou se o solto em forma de lágrimas.
Daqui a cinco dias faz um ano que partiste… 360 dias sem ti…
 

12 comentários:

  1. Boa noite Lírio Selvagem. Não há nada que possa substituir a nossa mâe. Beijinhos Serena

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  2. Ai pah, nem sei que diga :( Beijos e um abraço apertado!

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  3. As minhas sentidas condolências.
    O Tempo não cura tudo, nem cura nada, mas atenua.
    Como a Isa, conheço duas meninas a dizerem que mãe nunca devia morrer.
    Um abraço sentido.

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