sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Quando as palavras são desnecessárias... # 4



Resolvem-se muitos problemas com um sorriso, mas evitam-se muitos mais com o silêncio.


BOM FIM DE SEMANA A TODOS...

Agora é só meninos de estufa...
e depois queixam-se:
Eu só tive telemóvel no 10º ano e não era mais ou menos feliz, inteligente ou social, por isso. Havia solução para tudo:
A minha mãe queria falar comigo? Esperava pelo fim da manhã ou da tarde, dava-me os recados ao almoço, deixava-me recados na mesa da cozinha ou na porta do quarto (ainda hoje, às vezes, faz isso!)
Eu queria falar com ela e não queria esperar? Ia ao telefone (de por moedinhas) que havia na escola!

Agora isso seria uma blasfémia...

quinta-feira, 28 de novembro de 2013


Detesto quando sinto o corpo gelado...
E não falo das condições atmosféricas dos últimos dias.
Invade-me uma sensação de impotência, um medo que devia já cá não existir, mas que de vez em quando teima em dar sinal e vem visitar-me.
Chega e fica tudo petrificado... entranha-se em mim...
Nem o calor das palavras e o toque suave dos gestos me aquecem quando isso acontece.
Preciso parar e sentir...
Preciso desligar o botão da racionalidade e ligar o do coração...
Esperar uns minutos e voltar a aquecer... o corpo e a alma...


quarta-feira, 27 de novembro de 2013



Se existem pessoas  impulsivas eu sou uma delas, além disso sou sincera e directa. Gosto de todos os pontos nos “is”. E detesto engolir sapos, porque são bastante indigestos e eu sofro de  azia.
Assim sendo quando há confusão, não sou menina de me calar. Não gosto de fingir que nada se passou, aquele singelo gesto de bater nas costinhas e aplicar o bom e velho cinismo não é para mim, porque simplesmente não o tenho, (in)felizmente não possuo essa característica.
E por estas e por outras sou apelidada de mau feitio. E dizem-me que não sei viver.
Enervo-me, esgatanho e faço valer os meus direitos e as minhas ideias de justiça. Eu prefiro assim, sinto-me mais verdadeira, mais fiel a mim mesma, mais pessoa confiável. Sabem o que esperar: se não concordo, não concordo, se me pisam os calos, digo f#d$-se c#r#lh$, se meto a pata na poça, peço desculpa. Não sou perfeita,  mas sou recta e não engano ninguém.
Contudo, e apesar de toda esta minha explicação, há quem ache que eu deveria moderar. Pelos outros a quem se deve vassalagem e por mim que acabo sempre lixada e vista como a apanhada das frontes. Pois que a vassalagem vá mamar na 5ª pata do elefante, mas eu... eu já não sou assim muito fã de patas de elefante, portanto pensei e falei pós meus interiores (não a lingerie, mas os fígados e essas coisas assim laganhentas que tenho cá dentro): menina, então que é assim, ou continuas desta maneira e levas na tola, ou vais à mercearia comprar uma dose de cinismo e mudas(ti) de atitude.
Pratos da balança....
Queridos, mudei a casa.
E pronto, agora tenho uma capa giríssima, sou só risos, abracinhos e beijinhos, ai e tal tá tudo bem, ai e tal por mim perfeito, ai e tal não faz mal se me atropelares, eu até gosto.
E acoplado a isso tenho um eczema numa perna. Se as palavras não me saem pela boca, têm de me sair por algum lado.
Vendo pelo lado positivo, antes um eczema de pele do que macacos no nariz.


Cá pra mim, a grande diferença relativamente à maioria dos homens e mulheres reside muito resumidamente, nisto:

Enquanto os homens ainda estão especados a olhar para o "laçarote" da miúda, as mulheres já suspiram por um big mac...


terça-feira, 26 de novembro de 2013




Se fiz??
Bastantes vezes.
Mas é graças a essas coisas que fiz mal, em que segui o caminho errado, em que acreditei na mentira e duvidei da verdade, que cheguei onde estou agora.
Crescer é isto.
Errar faz bem... desde que se aprenda.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Há quem me saiba conquistar com inteligência!
o vulgar há muito que deixou de me fascinar!

Há quem consiga descobrir o caminho para a alma!
só um corpo é um mero exercício físico!
E depois há aquele...o que me faz sorrir por tudo e por nada!...




quinta-feira, 14 de novembro de 2013


Existe uma dor dentro de mim difícil de digerir.
Não é nada comparada com algumas que conheço mas é a minha e dói-me a mim.
Isso basta. 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


Quando se acaba uma relação, um dos consolos é achar que se aprendeu alguma coisa com isso.
Eu pelo menos gosto de pensar assim, em vez de perder a minha fé nos homens e jurar para nunca mais e tornar-me uma carmelita descalça.
Mas a verdade é que também não sou uma pessoa tão racional como isso, e aquilo com que acabo por fazer na maior parte das vezes é uma lista.
Uma lista das coisas que quero ...(e que não quero) que é a minha tábua de salvação até aparecer alguém com o poder de me fazer cair para o lado e deitar essa lista aos céus como uma valente rabanada de vento.
Nesta fase, essa minha lista está em construção e tenho a sensação de que se conhecer alguém e tiver algum primeiro encontro, levo o blocozinho de folhas amarelas com uma bic presa por um cordel, como faziam antigamente nas repartições de finanças, e dou início ao meu inquérito.
Não gosta de praia? Não interessa.
Tem medo de cães? Risca.
É pessimista? Idem.
Não olha para trás ao menos uma vez depois de se despedir? Pode ir andando.
E por aí fora...


Dizer “gosto de ti”, qualquer idiota diz.
Fazer promessas de coisas bonitas, todo o cretino faz.
Agora, amar e proteger uma mulher, tratá-la como ela merece, isso aí é coisa de homem mesmo e não é para todos.
Quem “gosta” cuida sempre de quem quer ao seu lado.
Simples, não?...


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Quando as palavras são desnecessárias...  # 4

 

 Resolvem-se muitos problemas com um sorriso, mas evitam-se muitos mais com o silêncio...

[BOM FIM DE SEMANA]

quinta-feira, 7 de novembro de 2013



Há pessoas que aparecem na nossa vida e nós nem sabemos muito bem porquê. Há pessoas que desaparecem da nossa vida sem nós nunca sabermos muito bem porquê. Nestes entretantos há as outras pessoas. As que nos telefonam todos os dias só para saber se estamos bem, as que nos gritam ao telefone verdades duras que precisamos de ouvir, as que dão um abraço sem ser preciso pedir, as que choram quando nos veem chorar, as que dançam ao nosso lado até de madrugada, as que nos deixam os filhos nos braços sem medo, as que soltam gargalhadas quando dizemos disparates, as que riem de nos verem sorrir, as que eram capazes de bater em quem nos fizesse mal, as que nos levantam a voz quando estamos a desatinar, as que nos levam para casa, nos seguram na cabeça e nos deitam na cama, as que nos fazem o almoço, ou o jantar e estão ali sem perguntar, as que nos elogiam, as que nos pedem conselhos, as que nos ouvem e ouvem e ouvem e ouvem e nunca mostram enfado, as que não concordam connosco mas não nos viram as costas, as que estão longe, mas conseguem estar tão perto, as que nos tiram de casa porque sabem que é só isso que é preciso, as que nos aparecem à porta com uma garrafa de vinho, as que nos enviam textos, vídeos e imagens só porque sim, as que nos levam a passear, as que nos convidam para estar, não importa onde, nem quando, as que nos amam incondicionalmente, estejamos magras, gordas, deprimidas ou alegres, a trabalhar ou desempregadas, com dilemas ou bem resolvidas, capazes de dar ou egoístas, borradas de rímel, doentes com varicela ou vestidas de festa para arrasar. As que nos amam pelo que somos, mas principalmente porque acreditam na pessoa que ainda vamos ser. E essas pessoas andam aí. E são pessoas assim que eu tenho e quero ao pé de mim.

(E é isto... em dia de carência...)

Copo menstrual??? WTF...?


Expliquem-me lá como se eu fosse muito burra,

ISTO SERVE PARA QUÊ?

Uma dona de casa ouve de repente bater à porta.
Quando a abre depara-se-lhe um desconhecido que lhe pergunta se tem vagina.
Incrédula com a pergunta bate-lhe com a porta na cara.
A situação repete-se por três vezes, até que ela decidiu contar ao marido o sucedido.
Este instruiu-a:
- Amanhã não vou trabalhar, se ele vier e perguntar-te se tens vagina, dizes que sim e eu estarei atrás da porta para o que der e vier.
No dia seguinte o desconhecido voltou a aparecer, e quando ela abriu a porta voltou a perguntar-lhe se ela tinha vagina.
Como combinara com o marido respondeu que sim.
Ao que o desconhecido retorquiu:
- Diga então ao seu marido para deixar de usar a da minha mulher.

OMG.... loool


quarta-feira, 6 de novembro de 2013


Todos querem indicar-me caminhos...
Querem fazer-me olhar em determinadas direcções.
Querem que eu vá por ali... Ou por ali.
Todos querem forçar-me a fazer coisas, a ser coisas.
Todos querem dizer-me que é assim.
Que é para ali.
Que assim seria bom.
Todos querem fazer-me andar.
Querem forçar-me.
A ir para lá.
Empurram-me.
Forçam.
Inventam.
Fazem de tudo.
Querem que eu seja uma coisa que não sou!
Todos querem que eu vá, por ali.
Todos querem.
Até Tu...
Hoje é quarta feira, dia de regressar ao passado.


Pela voz inconfundível de Dalida e Alain Delon...


 Iolanda Christina Gigliotti, mais conhecida por Dalida, nasceu no Cairo em 1933, filha de pais italianos.
Em 1954 muda-se para Paris e adopta o nome artístico de Dalida.
Viveu a vida intensamente, entre concursos de beleza, canções e homens.
Até que a 3 de Maio de 1987 decide por termo à vida, ingerindo uma dose cavalar de medicamentos, deixa uma carta ao seu irmão e outra ao seu companheiro da altura François Naudy, ambas diziam a mesma coisa...

“Pardonnez-moi, la vie m'est insupportable”

E assim desaparecia uma das cantoras mais alegres e optimistas da história da música francesa.

terça-feira, 5 de novembro de 2013



Tenho uma característica muito minha bem particular.
Vejo muitas vezes a impulsividade como uma qualidade e igualmente muitas vezes, como um defeito.
Hoje vi-a como um defeito.
Esta minha mania de não conseguir controlar o que quero dizer, o que quero mostrar e o que quero dar a entender.
Tenha razão ou não teria sido preferível o silêncio, a abstracção.
Sim, arrependi-me dois segundos depois de já ter agido por impulso.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013



Quando somos crianças ensinam-nos a andar, a construir legos, a fazer puzzles, na vida ensinam-nos tudo.
Crescemos e aprendemos a cozinhar, transmitem-nos valores, e pelo meio das nossas experiencias ganhamos forças, tornamo-nos mais fortes porque certa altura alguém nos quis cortar as pernas, derrubar os muros outrora feitos de legos, baralhar-nos as peças, basicamente deitar-nos abaixo.
Daí para a frente já nada é de criança, tudo o que éramos deixamos de ser, transformamo-nos numa força da natureza apenas e só porque no fundo alguém nos magoou.
Agora tenho um muro à minha volta, estou mais fria do que nunca, mais distante, menos sentimental...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Quando as palavras são desnecessárias...  # 3 



Resolvem-se muitos problemas com um sorriso, mas evitam-se muitos mais com o silêncio...

{BOM FIM DE SEMANA}
Na voz dos outros # 3

 

"A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo.
Para ser popular é indispensável ser medíocre."

[Oscar Wilde]