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terça-feira, 6 de março de 2018

É isto...

 
Sabes aquele feeling que te arrebata assim de um momento para o outro, em que sentes que algo não vai correr nada bem mas não percebes o quê.
Aquela coisa irritante que fica a moer e remoer o teu juízo, e que por mais que digas a ti mesma que não passa de uma invenção da tua cabeça, ela não pára.
Pois...
É isso mesmo...

sexta-feira, 2 de março de 2018

Pensamentos meus...



Amor é respeito. 
Quem desrespeita não ama.
Perdoar não se devia negar. 
Recuperar o que se perde é que pode não ser possível...
Porque há pedaços de mim que já não sentem dor.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Isto devia ser proibido!!!



É que uma pessoa já não vai para nova, e o coração é bem capaz de parar de bombardear sangue.

 



Reynaldo Gianechyni vestido só com bigode :)


(depois digam que não sou vossa amiga)

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Saudavelmente louca disse:


'Há sempre alguém que aceita as tuas imperfeições, as tuas loucuras, as tuas indiscrições, a tuas rebeldias, a tuas intensidades...
Nem sempre o amor tem retorno. 
Nem sempre somos a escolha de quem escolhemos. 
Esse gostar sozinho é um murro no estômago, é uma travessia dolorosa e solitária. Que se faz. Que serve para crescer. Para aprender. 
E aos poucos voltamos acreditar que pode existir alguém que nos complete.
Há sempre alguém que precisa do que temos para dar. 
O amor vem na hora certa. 
A tristeza turva o nosso pensamento, rouba sonhos e leva embora a esperança que devia ficar sempre.
Mas tudo se resolve. 
E o avesso é o lado certo às vezes. 
Acredita.'



sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Li por aí...



"A verdade, o que realmente importa mora dentro de mim, longe do binóculo alheio. 

O resto é cena, ego, poeira."

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Hoje é assim... na terceira pessoa...





Acordou na mesma cama de sempre com a mesma sensação de sempre: 
o vazio. 
Ficou à espera como sempre esperava. 
Não sabia porque esperava e por o que esperava. 
Limitava-se a ficar. 
A existir. 
A sobreviver ao passar dos dias sem que tivesse um qualquer plano para a sua vida. 
Não havia sonhos.
 Não havia objectivos.
 Não havia nada para além do corpo. 
O corpo vazio de amor, vazio de compaixão, vazio de esperança. 
Perdia-se cada vez mais dela a cada dia que nascia lá fora numa contradição que lhe assolava a alma. 
Era enorme o vazio que lhe consumia o corpo, era esmagador o aperto que sentia no coração. 
Já não aguentava mais. 
Já não suportava mais. 
A solidão é tão só que lhe esmaga a alma. 
A solidão é tão só que  aprisiona o corpo, que a mata sem quererer morrer.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Sobre casamentos...



‘Não me vou casar’. 
Foi assim que pela primeira vez o disse tão assertivamente, convencendo-me que talvez nunca serei tão tradicional. 
mas vê-la entrar na igreja fez-me chorar, e eu que achava que era coisa de filme. 
Não pelo compasso e emoção que acompanhou toda a passadeira vermelha, mas pela felicidade de ter alguém disposto a esperar por ela no final de todo o trajecto. 
Não deve ser coisa da idade. Semelhante à minha, ainda vejo muito boa gente afirmando convictamente ter como sonho este dia. 
Olho para mim e vejo uma realidade diferente. 
Mais do que isso, mais do que qualquer coisa, na arte do romance o meu sonho é outro - talvez mais simples mas não menos exigente. 
Chamam-lhe de amor louco. 
Senti-lo tão descompassadamente, tão intensamente e reciprocamente, de um jeito que a determinado dia me faça acordar ou apenas olhar para ele sentir que ainda não chega, que é preciso mais. 
Aí, quem sabe, sob pena de todos os riscos também perderia a cabeça, já que o coração já estava perdido, e subiria igreja acima com vontade de correr para quem me espera.
Ainda assim, fico feliz por não ter dito ‘Não voltarei a amar’.