sexta-feira, 20 de maio de 2016

Para quê querer encontrar palavras sumptuosas

 
... quando o que quero dizer é tão simples?
Para quê querer o extremo da perfeição se eu mesma estou repleta de defeitos?
Não, não me preocuparei em colorir os meus escritos com palavras magnificas, quando eu mesma não o sou...
Não quero mostrar o que não sou, não seria honesta nem comigo nem com quem me lê, e o mínimo que posso oferecer, é a minha honestidade....simplicidade....
Não sou mais nem menos que tu...sim, tu que me estás a ler, sou exactamente igual. Sinto, choro, penso, dou, recebo, sou odiada, sou amada, sou amiga, sou o que sou, e só assim sei viver...
Não sou um poço de virtudes, tenho obviamente as minhas fraquezas como qualquer mortal, mas existem aspectos que aprecio em mim. Sim, acredito que podes estar a chamar-me egocêntrica, mas acredita, não o sou. 
Ou serei? 
Se calhar até sou.
Gosto de mim, gosto que gostem de mim, e gosto mesmo muito de gostar. Mas não é fácil eu gostar. Para mim o gostar tem que ser sincero, genuíno. Quando assim é, quando assim o sinto, então dou tanto de mim..., e não preciso, acredita...não peço muito em troca. "Que modesta" poderás dizer. Não, não sou modesta, mas aprendi ao longo da vida a contentar-me unicamente com aquilo que realmente me querem dar. Se é muito...se é pouco...não sei, mas é o que para mim me satisfaz....o que me faz sentir...o que me faz sorrir...e acima de tudo...o que me faz viver!

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